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Bom trabalho!
Guiamo-nos por múltiplos saberes, habilidades e crenças. Entre esses, mencionamos Pierre Lévy (1996) para quem "a dimensão social da inteligência está intimamente ligada às linguagens, às técnicas e às instituições, notoriamente diferentes conforme os lugares e as épocas”. Assim, também, Bartolomé (2000) nos diz que “Cambia el modo como nos comunicamos y, como consecuencia, está cambiando el modo como conocemos. La tecnologia influye en estos cambios”.
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Avaliei uma aula de Língua Portuguesa para o 6º ano. A aula tinha como tema "Nas conversas do dia a dia, a linguagem expressiva"
ResponderExcluirA proposta da aula é relembrar as lições dadas sobre confecções de placas atentando-se a concordância verbal e nominal. É sugerido ao professor que passe para os seus alunos um vídeo em que alguns rapazes mostram placas e propagandas já existentes e a partir disso, eles vão identificando os erros de concordância e explicam a forma correta de acordo com a regra.
De uma maneira bastante interativa, o vídeo proposto pode contribuir bastante para aula, ele é bastante moderno, engraçado, tem uma edição bacana e acredito que alunos do 6º ano gostariam de assistir e talvez aprenderiam de forma mais significativa, levando em consideração o fato de que quem explica as regras de concordância no vídeo são rapazes jovens, assim como os alunos, porém acho que só o que foi proposto pelo site não é o suficiente para uma aula inteira, é preciso ter mais material, mais atividades de fixação para montar uma aula que dure mais ou menos duas horas.
Avaliei, do sexto ano, "Incríveis histórias do mundo do "Era uma vez"- Contos de Fadas I.
ResponderExcluirA aula me parece bastante dinâmica e interativa, especialmente nos aspectos visuais, o que é positivo. Mas isso não pode ser tudo, por isso quero apontar algumas questões.
* Por que Walt Disney foi eleito - quase exclusivamente - para a apresentação dos contos? Há muitos outros trabalhos interessantes e bonitos. Jacob e Grimm, por exemplo, foram reapresentados em uma obra incrível, inclusive com ilustrações em Cordel.
* As questões objetivas - e são muitas - em formato de questionário são empobrecedoras desse universo, reducionistas do tipo de conteúdo que se pretende trabalhar, em algum momento, inclusive, a caracterização de gêneros textuais foi pretendida.
* Por outro lado, alguns enunciados, os menos objetivos, não parecem muito adequados, considerando a idade, o ano de escolaridade. (há um erro de português na atividade 16)
* Há alguns vídeos de ¨Contos de Fadas Furados¨, riquíssimos em possibilidade de trabalho, mas sem nenhum desdobramento/reflexão no encaminhamento que se seguiu.
Acho, como sempre, que a mediação do professor é de fundamental importância para que o aproveitamento do que está sendo proposto na aula seja possível. Aproveitamento , nesse caso, quer dizer: aprofundamento, tradução dos enunciados, adaptações, ampliações e, sobretudo, reflexão crítica.
Avaliei a atividade do oitavo ano, intitulada "Expressões faciais, gestos e movimentos: efeitos de sentido nas HQs".
ResponderExcluirAchei a proposta da atividade muito boa. É importante incluir as HQs como gênero textual a ser trabalhado na escola. Além disso, é interessante como a atividade pretende trabalhar o lado multimodal das HQs mostrando como que a parte visual delas, como as expressões faciais, são essenciais para a construção do entendimento delas.
Entretanto, achei que na maioria das vezes, primeiro era explicada uma característica da HQ e em seguida ela deveria ser identificada pelos alunos em algum exemplo concreto. Na minha opinião, essa não é a melhor maneira de fazer com que o aluno aprenda a perceber sozinho características de um gênero textual. Acredito que uma abordagem melhor teria sido dar primeiro o exemplo e fazer uma série de perguntas (e não apenas uma) que guiasse o pensamento do aluno para que percebesse sozinho a importância das expressões faciais na construção de humor das HQs. Em geral, achei a proposta boa, mas mal executada na prática.
Atividade analisada: EJA, 1.2 Português
ResponderExcluirBem, como todo o material utilizado pela prefeitura, pobreza. Penso ser essa a palavra que mais exprime esse material. A atividade se volta para o texto oral e escrito, mas, para mim, é impensável abordar esse conteúdo, em especial para esse público, de modo sistematizado, tecnicizado. Esse tipo de abordagem não contribui com a aproximação, o entendimento, nem com a apropriação desses conteúdos, mesmo porque, em se tratando de texto oral, é mesmo necessário que os alunos experimentem, experienciem tais atividades; que contribuam uns com os outros; que compartilhem; que vivam o conteúdo para,muito depois, dar nomes aos bois. Mesmo porque, não serão necessários, não serão úteis os nomes, mas o uso de cada gênero oral.