Assista ao programa:
SALTO PARA O FUTURO - CIBERCULTURA: O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO - PGM.1 - EAD: ANTES E DEPOIS DA CIBERCULTURA
(http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=9716)
Em seguida, faça o seu comentário indicando, brevemente, qual seria, na sua opinião, o seu maior desafio ao implementar o uso da tecnologia na sua prática de sala de aula de Língua Portuguesa.
Antes disso, relembre do seguinte trecho do programa:
Bibliografia
TV ESCOLA: Salto para o Futuro. Cibercultura: O que muda na Educação. Ano XXI Boletim 03 – Abril 2011.
Tendo em vista as aulas e as atividades que realizamos durante o curso de Oficina, percebi que é possível se aliar a tecnologia e usa-la ao meu favor na hora de montar uma aula de Língua Portuguesa, sendo ela para língua materna ou para estrangeiros. Os benefícios que a tecnologia pode trazer são muitos, como por exemplo, a economia de tempo, dinâmica nas aulas, as informações, em si, estarão mais disponíveis e de fácil acesso, enfim, a tecnologia pode facilitar tanto o aluno quanto professor. Entretando, um dos grande desafios, na minha opinião, de implantá-la nas salas de aulas é o fato da infraestrutura e também o investimento que se dá à ela. Muitas escolas, principalmente as escolas públicas, carecem de tais materiais tecnológicos como computadores, projetores, internet, Wi-Fi e muitas vezes, pensar em uma aula voltada a esses aparatos pode se tornar algo dificultoso para o professor dar conta. Fico pensando que por mais que estejamos em uma era voltada a tecnologia, isso nem sempre se aplica a educação e talvez enfrentar essa barreira também seria um grande desafio à nós educadores e gestores.
ResponderExcluirPara mim o maior desafio na implementação de novas tecnologias em sala de aula seria conseguir fazê-lo de maneira que o ganho maior não fosse praticidade e agilidade, ou a atenção dos alunos por se tratar de uma linguagem com a qual eles tem muita intimidade, mas sim a conquista de uma metodologia que tornasse as aulas mais dinâmicas, mais participativas, mais imaginativas, mais criativas, mais estimuladoras e mais formadoras de seres humanos sensíveis e capazes de contestar o mundo do que elas costumam ser, com ou sem o uso da tecnologia.
ResponderExcluirDinamismo, agilidade, praticidade, infraestrutura são certamente fatores importantes na implementação das tecnologias na sala de aula. Mas o ponto que se impõe com mais ênfase, a meu ver, diz respeito à imaginação. Como aliar imaginação e tecnologia na construção de cidadãos críticos, sensíveis ao toque da/na linguagem? Como integrar o discurso contemporâneo a respeito da tecnologia à qualidade de vida em sala de aula? São questões que considero candentes e desafiadoras.
ResponderExcluirO maior desafio: experimentar "na pele" essa relevância em meu processo de formação. Lendo os colegas, vou pensando que somos expostos às ideias de praticidade, agilidade, dinamismo, ok, mas nada disso esbarra, nem de raspão, nas práticas de leitura como experiência, na imaginação como força criadora, na formação crítica que os processos de interação presenciais alavancaram em meu percurso.
ResponderExcluirAcredito que meu maior desafio para implementar a tecnologia na minha sala de aula de Língua Portuguesa seria, assim como João Vianney disse no vídeo, um desafio metodológico mesmo. Ou seja, como fazer uso da tecnologia não apenas a meu favor, mas acima de tudo a favor dos meus alunos? Não devo fazer uso da tecnologia apenas porque ela é moderna ou atraente. Mas sim porque ela ocupa alguma função pedagógica. Portanto, acredito que meu maior desafio mesmo como futura professora de Língua Portuguesa será descobrir as melhores metodologias de ensino de português através da tecnologia.
ResponderExcluirAcredito que o maior ganho seria conseguir me aproveitar na tecnologia não naquilo que ela tem de agilizador de processos já conhecidos, mas em determinadas transformações conceituais que ela opera nesses processos.
ResponderExcluirProcurei fazer do meu projeto na disciplina um manifesto disso. Ao invés de usar o QBI como uma ferramenta que me possibilitasse agilizar minha aula, me desafiei a fazer dele um mcanismo de subversão da aula linear. Acredito que a dinâmica das novas tecnologias de operar com informações simultâneas e paralelas pode ser uma grande aliada na hora de, por exemplo, interpretar textos, já que a nossa leitura de um texto também transcende a linearidade.
Em última análise, a tecnologia seria transformadora da minha prática na medida em que eu compreendesse seus métodos internos mais do que tentasse dobrá-la aos meus métodos conhecidos.
O uso do computador pode ser um grande aliado no ensino e aprendizagem , mas também , pode apresentar uma série de dificuldades encontradas peloes educandos. Há informações demais, múltiplas fontes, visões diferentes de mundo. a sociedade é mais complexa exigindo competências igualmente complexas. As
ResponderExcluirtecnologias começam a estar ao alcance do estudante e do professor. Precisa-se
repensar todo o processo, reaprender a ensinar, a estar com os alunos, a orientar
atividades, a definir o que vale a pena fazer para aprender, juntos ou separados.
Por conta disto meu maior desafio como Professor de Lingua Portuguesa, seria saber usar essas tecnologias de forma equilibrada e inovadora.
Levando em conta, também, as aulas de oficina ao longo do semestre, é inevitável deixar de lado a agilidade que todas essas ferramentas apresentadas nos propõem. Porém, acho de muita importância sincronizar esse ponto com o dinamismo.
ResponderExcluirTornando as aulas mais dinâmicas e, consequentemente, participativas, o aluno passa a estimular o seus próprios questionamentos, ativando, não apenas suas idéias concretas, mas como sua imaginação. Acredito que a tecnologia antes de ser um fator positivo para o professor, tem que ser um fator DIFERENCIAL PARA O ALUNO. Ele deve ver nessa tecnologia uma nova forma criativa de elaborar os conceitos da aula.
Luisa Gomes
Sobre a autonomia que exige o ensino à distância, se a escola básica continuar a tratar os seus alunos como tutores, negando-lhes autonomia, não os ensinando como estudar; não orientando; não mostrando os diversos caminhos possíveis para conhecer, os alunos não terão autonomia nem para estudar presencialmente, tampouco à distância. Contribuir para a autonomia do aluno é fundamental, não somente pela possibilidade de estudar à distância, mas também pela própria liberdade do aluno. Uma vez autônomo, terá ele muito mais a contribuir, a compartilhar e a gerar mais conhecimento.
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