quarta-feira, 7 de maio de 2014

2014.1 Tarefa 5 - Aula 24 – 13/05


Assista ao vídeo SALTO PARA O FUTURO - CIBERCULTURA: O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO - PGM.2 - A DOCÊNCIA ONLINE (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=9717).

Em seguida, reflita: Você tem o perfil para ser um docente online? Justifique sua resposta com base nos atributos necessários a esse tipo específico de professor/tutor de Língua Portuguesa.

Antes de escrever seu comentário, relembre do seguinte trecho:



8 comentários:

  1. Em se tratando do ambiente online, faz-se necessário, mesmo que minimamente, que o professor tenha alguma intimidade com a ferramenta com a qual irá trabalhar. Isso não quer dizer que seja fundamental, para o bom desempenho de seu trabalho, o conhecimento e a sua ligação a todas as plataformas virtuais. Creio que, anterior ao conhecimento dessas ferramentas, é fundamental que o professor esteja em constante processo de formação, curioso sobre os conteúdos que transitarão pela disciplina que irá ministrar. Se não houver dedicação, experiência, pesquisa, organização, didática e embasamento teórico, o professor não estará apto para trabalhar no ambiente virtual ou no ambiente real. Desse modo, o professor-tutor deve estar atento às diferentes possibilidades de gerar conhecimento, sem esquecer que o uso das plataformas virtuais funcionam como um meio de veicular o conhecimento produzido e adquirido por todos participantes no processo de aprendizagem.

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  2. Acredito que sim. A questão que se passa pela minha cabeça, e acredito também pelo dos docentes online, é que não é o fato de saber usar o facebook, twitter, youtube para ministrar as aulas à distância, a questão é: como aplicar tais ferramentas para que elas sejam eficientes no momento de ensino/aprendizagem? Acredito que esse seja o grande desafio. Essas mídias nos últimos tempos vem sido cada vez mais manuseadas pelas pessoas mas não para fins educativos. Está aí a grande questão para o professor: implantar sua metodologia de ensino nessas mídias para transmitir o conhecimento aos alunos.
    Quando se trata da interação professor/aluno nessa modalidade, acredito que seja bastante possível ter uma interação, mesmo que seja à distância, devido às redes, a comunicação vem se tornando mais possível, seja ela por mensagens instantâneas, e-mails, chats e tais fatores contribuem efetivamente para uma relação, algo que, por exemplo, há 20 anos atrás não era possível.

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  3. Acredito não ter um bom perfil para ser docente on line, pois - assim como sugere a professira Lucila Pesce da UNIFESP - para sê-lo o professor precisa não somente ter domínio sobre o conteúdo da disciplina ministrada ou domínio sobre um saber comunicacional que permitiria a esse professor chegar até o aluno distante geograficamente - fazendo uma boa mediação e possibilitando inclusive a interação entre os colegas que também estão distantes -, mas também precisa ter experiência no mundo da cybercultura, pois é essa experiência que daria ao docente subsídios teóricos e práticos de como lidar com o aluno em cursos on line. E é justamente nessa parte que eu falharia se fosse ser uma docente on line por ter pouca intimidade com o universo da cybercultura. Mas não é nada que um pouco de dedicação não pudesse reverter caso fosse de meu desejo ou necessidade atuar nessa área.

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  4. Concordo com a Camila quando ela se refere a um conhecimento mínimo da ferramenta que desejo utilizar. Aliado a esse conhecimento prévio da tecnologia está, sem dúvida, o processo de formação continuada dos docentes, como assinala Camila. Acredito ter um bom perfil para ministrar uma disciplina online, porque não acredito que a interação aconteça apenas presencialmente. Ela acontece à distância, haja vista todas as possibilidades de comunicação e relações provenientes das redes sociais, por exemplo. A questão principal que se impõe no uso da tecnologia em ambiente escolar é a questão do sentido. Qual é o sentido de uma ferramenta no meu fazer pedagógico?

    Francisco Camêlo

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  5. Considerando que parte dos atributos necessários é o domínio/intimidade com essas ferramentas, não tenho perfil.Também concordo com a Camila. Penso que trabalhar nessa modalidade de ensino não pode minimizar em nada o compromisso que devemos ter com a construção de saberes docentes, a relação com a pesquisa, por exemplo, é uma questão. Reitero esse aspecto porque, me parece, muitas vezes, temos deixado de lado certas qualidades indispensáveis ao melhor desempenho do fazer docente em nome de um suposta inovação tecnológica. Inovação que pode, sim, escamotear uma série de fragilidades em nossa formação - consistência teórica, competência técnica, clareza política, integridade ética, amorosidade no trato com o outro.

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  6. Não sei direito se seria uma boa docente online ou não. Acredito possuir o conhecimento tecnológico para dar conta de administrar um curso online, contudo não sei se seria bem sucedida em termos da interação com os alunos. Prefiro contato face a face, conhecer bem os alunos, a personalidade e o jeito de cada um. Não tenho nenhuma experiência com curso à distância, mas acredito que o contato entre aluno e professor seja menos íntimo. Além disso, não sei se possuo a disciplina necessária para sentar em frente ao computador durante um certo número de horas e avaliar tarefas de alunos à distância.

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  7. Acredito que, no atual momento, eu não tenha o perfil para administrar uma aula on line, pois não tenho muito domínio (e, para ser sincera, não acho que eu tenha atualmente nem o mínimo domínio) com as ferramentas necessárias. Eu ainda prefiro (agora penso como aluna e professora) o contato pessoal. Não nego que as matérias on line tenham pontos muito favoráveis - em minha opinião, principalmente para os alunos -, mas EU não acredito que o contato pessoal professor-aluno consiga ser substituído.

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