1 - Clique no link a seguir http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/108522_A+ESCOLA+DO+FUTURO e leia a matéria da revista Isto é – Dinheiro de 09/01/2013: “A escola do futuro. A tecnologia invade as salas de aula e já movimenta R$ 1,3 bilhão em negócios no Brasil”
2 - Escolha um trecho curto, uma frase ou período, interessante para você. Poste um comentário com esse trecho e uma justificativa para a sua escolha.
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"Na educação, os professores sempre serão mais importantes.”
ResponderExcluirEssa última frase do texto foi a que mais me chamou a atenção. Primeiramente, ela retoma algo que foi reforçado ao longo do texto que é a necessidade de capacitar os professores para o uso das novas tecnologias em sala de aula. Apenas o acesso a essas tecnologias não é o suficiente para melhorar o ensino. Para isso, é preciso que os professores saibam como utilizá-las a seu favor, de modo a facilitar o aprendizado do aluno. Portanto, por mais que a tecnologia esteja cada vez mais presente na sala de aula, o professor continuará a ser mais importante, pois será ele quem administrará o uso dessa tecnologia para que seus alunos aprendam mais.
Ao mesmo tempo, me pergunto se em algum futuro ainda longe haverá uma época em que a educação se dará exclusivamente através de tecnologia, sem o contato com o professor. Claro que haverá educadores por trás de novos softwares feito para ensinar, mas me pergunto se os alunos terão algum contato direto com um professor humano.
Acho que o professor estará sempre presente no processo de ensino-aprendizagem, mesmo que tenha outro nome.
ExcluirObrigada pelo comentário, Gaby!
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ResponderExcluir“Vivemos um momento de sedimentação da ideia de que, na escola, cada aluno deve ter um dispositivo, seja tablet, seja PC."
ExcluirAcho um pouco complicado esse tipo de afirmação, infelizmente não encontramos essas inovações tecnológicas em todas as escolas - as vezes é tão difícil ter acesso à materiais mais simples - também acho delicado assumir que todos os alunos tenham tais dispositivos ou também que eles saibam manuseá-los. Além disso, fico pensando em todo conteúdo do artigo e ao mesmo tempo que fico feliz por tanta inovação, tanto conteúdo tecnológico, tanto investimento, fico também preocupado pois fico recordando em algo que sempre batemos na tecla durante as aulas: e a metodologia? Senti falta disso no artigo, senti falta dos "resultados"em que esses investimentos estão fazendo no momento da aprendizagem, senti falta dos frutos dessa nova proposta de ensinar
Felipe,
ExcluirFaço-lhe uma pergunta: o que acontecerá quando o aluno chegar no mercado de trabalho e tiver que manusear a tecnologia? Será que a escola pode ficar assim tão fora da realidade?
Fica a reflexão...
Se ter os instrumentos é o primeiro passo, usá-los de forma planejada dentro da sala de aula é o caminho ideal, segundo a avaliação de muitos especialistas.
ResponderExcluirO uso das novas tecnologias não é um fator isolado.Ela está presente nas transformações da vida, no meio sócio-político e cultural, no mercado de trabalho, nos relacionamentos, nos ideais, esperanças e sonhos.
Muitos estudantes embarcar nessas ondas tecnológicas , mas nem todos conseguem usa-las de mo.do inteligente, critico , enquanto alguns professoes ainda se tornam resistentes a elas. Cabe ao educador procurar uma melhor preparação adequada para que sejam capazes de pensar criticamente e de influenciar positivamente seus alunos a transformação da informação do conhecimento , ou seja, o educador se torna o protagonista da sua própria formação enfrentando novos desafios , buscando refletir sobre suas próprias metodologias para superar os obstáculos e procurar o aperfeiçoamento do seu ensino-aprendizagem.
"O uso das novas tecnologias não é um fator isolado. Ela está presente nas transformações da vida, no meio sócio-político e cultural, no mercado de trabalho, nos relacionamentos, nos ideais, esperanças e sonhos."
ExcluirGostei, Ronaria!
“Muitas escolas fazem investimentos grandiosos em hardware, mas se esquecem do fator humano”
ResponderExcluirO que achei interessante nessa frase foi o fato de ela chamar atenção para uma questão do uso da tecnologia que muito me incomoda, e que sem sombra de dúvidas, é um dos maiores problemas decorrente dos avanços do mundo moderno: a perda do fator humano. Se o uso de tecnologias na sala de aula deve ser feito de maneira consciente e planejada para que o dispositivo empregado não seja só mais um aparato moderno de uma didática retrógrada, é igualmente importante que este seja equilibrado. Buscar - paralelamente ao uso de tais tecnologias - desenvolver atividades que possam ser interativas, dinâmicas e divertidas ainda que na ausência dessas, é essencial para que o contato não se perca; seja o contato do aluno com seu colega, do aluno com o mundo a sua volta ou até mesmo do aluno com o lápis e a folha de papel. Se assim for feito o uso de tais tecnologias nos possibilitam a evolução e a praticidade desvinculada da dependência alienante.
"A aposta da Positivo nessa área vem de longa data. Em 1993, a empresa fundou seu departamento de tecnologia educacional com a criação de um software para uso didático, que era vendido em disquete".
ResponderExcluirSinto-me bastante incomodada que a discussão em torno da relação Educação/Novas Tecnologias seja levada nesses termos: comercialização, oportunidade de mercado, filão, dinheiro, muito dinheiro... Penso que o tom do texto naturaliza algo que não pode ser naturalizado, mas problematizado: a mercantilização do ensino. Estão lá, explícitas, as relações mercadológicas, quantas coisas estão em jogo quando uma escola decide lançar mão de qualquer recurso tecnológico! Algo que extrapola - e muito - o pedagógico, a citação destacada é exemplar nesse sentido.
Flavia
"Quer ver os alunos da Escola Municipal Presidente Pedrosa, de Curitiba, ficarem bravos? Anuncie a eles que chegou a hora do recreio. Quando precisa passar essa “dura” mensagem, a professora é forçada a elevar o tom de voz para ser ouvida em meio aos lamentos dos estudantes. Não que as crianças da instituição não gostem de brincar no pátio."
ResponderExcluirEsse trecho, o início da reportagem, é comparativamente longo em relação aos escolhidos pelos meus colegas. De fato, é bom que pelo menos ele seja longo. Afinal é o único momento em toda a matéria em que os autores permitem que chegue a nós, leitores, ainda que indiretamente, o discurso dos alunos.
Todo o resto da matéria aborda com muitos detalhes, índices e siglas a movimentação que se passa nas empresas ligadas a educação por conta do avanço tecnológico, estando a sala de aula em segundo plano. Há um "estrabismo" entre o título e o corpo do texto, afinal um aponta para a "escola do futuro" e o outro toca de leve nesse assunto para focar-se no mercado educacional do presente, com suas flutuações e oportunidades.
Para não ser injusto, a matéria em alguns momentos de fato sai do discurso do mercado e fala de outras coisas Temos, por exemplo, o discurso da técnica: a matéria preocupa-se em descrever como o quadro é magnético e a mesa é ergonômica para as crianças. As discussões pedagógicas são, no entanto,apenas tangenciadas.
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ResponderExcluirA tecnologia invade as salas de aula e já movimenta R$ 1,3 bilhão em negócios no Brasil.
ResponderExcluirUsar a escola como um meio para circular/movimentar os negócios relacionados à tecnologia não me parece algo vantajoso nem proveitoso para o universo escolar. Afinal, pelo modo como colocado, vê-se que a tecnologia não está a serviço da promoção do aprendiz ou da gestão escolar, mas sim do mercado. É lamentável que se pense na escola como um cliente em potencial e não como uma instituição vinculada ao saber.
"Alunos do primeiro e do segundo ano já estarão com tablets. A rápida evolução tecnológica é um problema a ser superado pelas escolas. O que a instituição deve fazer para não entrar no ritmo frenético da indústria, que faz com que aparelhos de última geração fiquem desatualizados num piscar de olhos? “O grande desafio da escola contemporânea é evitar os modismos e transformar esse fenômeno em novas pedagogias”, (...). Outro alerta de Lacerda é com relação ao preparo dos professores, que devem ser treinados para inserir os recursos tecnológicos de maneira adequada em suas aulas."
ResponderExcluirAcredito que a educação precisa, sim, acompanhar as mudanças do mundo. A sala de aula não pode mais ser aquele ambiente onde o aluno é constantemente repreendido por estar usando tecnologias como o celular. Crianças de 10 anos estão todas com celulares apostos o tempo inteiro, se comunicando com seus amigos ou com seus pais. Eles querem isso! Querem tecnologia em torno deles. Já são bombardeados com isso na rua e em casa, quando chegam à escola, giz e quadro negro? Precisamos evoluir. Se a tecnologia pode acrescentar ao nosso ensino, tudo que temos que fazer é aprender a usá-la em nosso benefício, não deixando de lado, nunca, a função pedagógica que esses meios devem ter. Apresentando novidades e uma linguagem a qual essas crianças e adolescente já estão mais que familiarizados, aproximaremos esses alunos ao professor, não o contrário. Acredito que a tecnologia na escola, nas salas de aula, irá despertar interesse e facilitar o processo de aprendizado. Precisamos, é claro, ter cuidado para que não se perca a foco, os reais benefícios dessa mudança. Nada mais será do que mais uma adaptação às mudanças do mundo, o que vem acontecendo desde sempre. A diferença é a velocidade com a qual essas mudanças estão se dando. Temos que nos aproveitar dessas mudanças, aliar o que eles (alunos) mais querem com o que nós (professores) fazemos: Ensinar.
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ResponderExcluirErrata: "Crianças de 10 anos estão todas com celulares apostos (...)" Correção: (...) celulares a postos (...)
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