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Bom trabalho!
Guiamo-nos por múltiplos saberes, habilidades e crenças. Entre esses, mencionamos Pierre Lévy (1996) para quem "a dimensão social da inteligência está intimamente ligada às linguagens, às técnicas e às instituições, notoriamente diferentes conforme os lugares e as épocas”. Assim, também, Bartolomé (2000) nos diz que “Cambia el modo como nos comunicamos y, como consecuencia, está cambiando el modo como conocemos. La tecnologia influye en estos cambios”.
Cara professora Adriana,
ResponderExcluirEscolhi a aula "O humor e a ironia" (ordem 17, terceiro bimestre) do nono ano do ensino fundamental 2. Acredito que trabalhar com ironia e humor em sala de aula, claro que de maneira saudável e sem ridicularização de figuras humanas, diminui a seriedade das aulas de Português, despertando a atenção dos alunos, que se sentem envolvidos com o tom jocoso do conteúdo do material apresentado.
A educopedia propõe diferentes recursos para abordar o tema, como imagens, textos e vídeos, o que permite que, além de que os alunos se divirtam com as situações engraçadas apresentadas, desenvolvam suas competências de leitura, escrita, audição e visão (integração modal). O importante é perceber, tanto na fala, quanto na escrita, as implicaturas que o humor e a ironia utilizados pelo enunciador do discurso provocam ao ouvinte, que fará inferências acerca da mensagem que decodificou.
O problema está na interpretação que fará dessa mensagem, que pode culminar em dificuldade de interpretação, ofensas, ou mesmo em risadas. Por isso, é importante que, em Língua Portuguesa, os alunos estejam preparados, desde cedo, para lidar com frases irônicas e humorísticas, para evitar desconcertos no futuro.
Comentário postado pelo aluno FELIPE CASSAR, 07/06/2013.
Com certeza, Felipe, alcançar objetivos como os seguintes na sala de aula é muito enriquecedor!
ExcluirCompreender o que é o humor e a ironia;
Identificar o humor e a ironia nos textos;
Verificar que o humor e a ironia estão presentes em diversos textos (escritos e orais);
Construir seus próprios textos, utilizando o humor e a ironia.
Gostei muito de seu comentário, Felipe. Como sempre, suas observacoes são muito pertinentes. O respeito à dignidade humana é realmente um esperado limite que a ética impõe ao humor. Trabalhar com a ironia nesse nível também estimula o conhecimento de mundo, pois é necessário ter muita vivência, para elaborar construcões inteligentes nessa área e sem ferir a dignidade humana. Por outro lado, também é importante saber trabalhar e preparar cidadãos que saibam lidar com as diversas situacões que a vida nos apresenta. (Estou num notebook que não tem cedilha).
ExcluirSheila Jalles Zibordi
Professora Adriana,
ResponderExcluirEscolhi a aula 11 do oitavo ano, sobre Intertextualidade, por nutrir um particular interesse pelo tema. Acredito que trabalhar com intertextualidade desperta a atenção e a reflexão dos alunos, além de estimular a leitura e o conhecimento de mundo, tão importante para as produções de texto. As noções apresentadas sobre a matéria, na aula escolhida, são simples e básicas, mas suficientemente esclarecedoras. Os exemplos apresentados também cumpriram seu papel de demonstrar a extensão que a intertextualidade pode alcançar. Bastante interessantes os conteúdos e diversificado o modo como a Educopédia empresta forma às aulas.
Sheila Jalles Zibordi
Acho que você analisou a aula 16 do 9o. ano, não foi? Os objetivos são os seguintes:
ExcluirCompreender textos relacionando-os a outros textos (noção de intertextualidade);
Reconhecer a importância do diálogo entre textos para a produção de sentidos;
Comparar paráfrases e paródias, avaliando sua maior ou menor fidelidade ao texto original.
Muito interessante, realmente, Sheila.
Professora, eu não me enganei. De fato, eu vi muitas aulas, de quase todos os anos, até me decidir qual comentaria. Então, como eu ia anotando os dados das aulas visitadas, achei que poderia ter me enganado, mas isso não ocorreu. Comentei, efetivamente, a aula 11 do 8º ano.
ExcluirA aula começa assim:
"Na última aula apendemos sobre intertextualidade. Leia os textos a seguir e verifique a intertextualidade entre eles. Relembre como um autor pode, através de seu texto, dialogar com outro texto".
Abaixo disso há um quadro. Quando eu cliquei nele para ver o texto, o site me direcionou para o brasilescola.com.
Ali consta o título da aula: "Intertextualidade", e apresenta, de um lado, a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, no séc. XIX e, do outro, a Canção do Exílio de Murilo Mendes, no séc. XX, que começa assim:
"Minha terra tem macieiras da Califórnia,
onde cantam gaturanos de Veneza...".
..................................
Abaixo, o seguinte texto explicativo:
"Nota-se que há correspondência entre os dois textos. A paródia-piadista de Murilo Mendes é um exemplo de intertextualidde, uma vez que seu texto foi criado tomando como ponto de partida o texto de Gonçalves Dias.
Na literatura, e até mesmo nas artes, a intertextualidade é persistente...."
O texto continua com mais dois parágrafos muito objetivos e claros.
No final, o texto acrescenta:
"A intertextualidade está presente também em outras áreas, como na pintura, veja as várias versões da famosa pintura de Leonardo da Vinci, Mona Lisa."
Nesse ponto, há quatro fotos: a primeira, da pintura original da Mona Lisa de da Vinci, de 1503; a segunda, a Mona Lisa de Marcel Duchamp, de 1919; a terceira, a Mona Lisa gordinha de Fernando Botero, de 1978; e por fim, a Mona Lisa de propaganda publicitária da Bom Bril, sem data, onde quem está caracterizado de Mona Lisa é o famoso garoto propaganda da marca.
A aula está assinada por Marina Cabral, especialista em Língua Portuguesa e Literatura.
Não entendi como você não a encontrou.
Como, depois de seu comentário, eu achei que tinha me enganado, acessei de novo e vi que está realmente lá: aula 11 do 8º ano. Verifique novamente. Dessa vez, eu imprimi a aula.
Gostei muito. O texto apresenta de forma clara e objetiva, a questão das interfaces textuais. Além da clareza e objetividade do texto - que explica muito bem o que é intertextualidade, deixando fácil a compreensão do conceito - qualifiquei o tipo de aula apresentado, com os exemplos das quatro Mona Lisas, como uma ótima proposta para trabalhar.
Sheila Jalles Zibordi
Escolhi a aula 32 do 9 ano sobre texto dissertativo argumentativo.
ResponderExcluirAchei bom ter começado com a finalidade do texto, de modo a mostrar que cada texto precisa ter um foco e defender uma ideia. É realmente uma coisa essencial que creio que poderia ter sido melhor aprofundada com alguns exercícios do movimento contrario: ao inves de identificar o objetivo de um texto, criar objetivos de acordo com temas propostos.
A parte que fala sobre a estrutura dos textos está bem didática, mas mais uma vez os exercícios são um pouco bobos e poderiam ter sido mais elaborados.
A aula está mais focada na percepção dos textos do que na escrita deles...
Prezada professora, escolhi a aula sobre "13
ResponderExcluirDiferença entre oralidade e escrita na produção textual". A primeira coisa que me chamou a atenção foi a forma como o site ensina a língua Portuguesa aos seus leitores cujo foco são os alunos que querem aprender de uma forma mais autônoma. Primeiramente pude notar que a primeira página dos exercícios funciona como uma forma de engajar o aluno no tópico, normalmente com uma charge/cartoon de conhecimento popular. Outra coisa que me fez prestar bastante a atenção e achei muito boa, foi a "pergunta desafio" que o exercício tem. Acho realmente que fazer os alunos entenderem que a escrita e a oralidade são duas formas diferentes de se representar a linguagem é realmente um desafio. É normal os alunos acreditarem que a oralidade e a escrita existem de uma mesma forma, ou seja, os alunos tendem a acreditar que a escrita e a oralidade são a mesma coisa. Quando o exercício mostrou diferentes formas de escritas, como por exemplo o artigo de jornal e a constituição (ou leis, não entendo muito bem), faz o aluno refletir que a oralidade e a escrita tem características completamente distintas uma da outra. Achei apenas que faltou mais exercícios sobre esse assunto. O interessante talvez seria se existisse algum exercício para o aluno transpor uma escrita de oralidade para a escrita e vice-versa. De qualquer forma, adorei os materiais do site. :)
Escolhi a aula 8 do 9º ano (2° bimestre), Mecanismos básicos de coesão: retomada pronominal, repetição e substituição lexical. Achei muito interessante o material pois trás elementos do cotidiano para tratar das questões de metalinguagem. Para isso, recorre a atividades epilinguísticas, concebendo a situação de uso da língua. Sem menos valor trabalha com a obras literárias como o conto a galinha, de clarice lispector. Interessante também, como insere atividades lúdicas como o jogo quiz, estimulando a participação dos alunos.
ResponderExcluirEscolhi a aula de ordem 3 do 6º ano " Quando o carteiro chegou- A carta pessoal".
ResponderExcluirAchei interessante trabalhar esse gênero textual, pois, com o avanço da tecnologia, muitos não sabem ou, pelo menos, se esqueceram do quão importante é escrever uma carta, seja para uma pessoa querida ou até mesmo uma carta mais formal.
O material é riquíssimo e mostra de forma clara, como se constói uma carta. Além disso, serve como modelo de aula a ser aplicado em uma turma de 6° ano, na Escola, da qual faço estágio.
Postado por Amanda Aparecida de Souza Teixeira