quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aula de 15/05/2013 - Tarefa 4


Assista ao vídeo SALTO PARA O FUTURO - CIBERCULTURA: O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO - PGM.2 - A DOCÊNCIA ONLINE ( http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=9717).

Em seguida, reflita: Você tem o perfil para ser um docente online? Justifique sua resposta com base nos atributos necessários a esse tipo específico de professor/tutor de Língua Portuguesa.

Antes de escrever seu comentário, relembre do seguinte trecho:

22 comentários:

  1. Cara professora Adriana,

    Aqui, delimitarei minha análise às condições de trabalho de um professor-tutor ou mediador de EAD. Ficar sentado por horas, teclando, pensando em respostas, operando mouses, lendo continuamente numa tela de computador, sem se movimentar, entre outros aspectos comportamentais do profissional, traz abalos enormes à sua saúde. Dentre os danos causados, temos tendinites, propensão à obesidade, cansaço visual, cansaço muscular e fadigas, cansaço mental, enfim, problemas com os quais um professor em sala de aula não está tão suscetível quanto um mediador desse tipo. O viés que escolhi, para abordagem, é o das condições ergonômicas de trabalho do tutor à distância. Antes de pensarmos em trabalhar, temos de desenvolver meios que garantam nossa saúde.

    Comentário postado pelo licenciando puquiano em Letras Felipe Cassar, em 13/05/2013.

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    1. Oi Felipe, seu comentário ajudou a enriquecer minha resposta apesar de discordar, postarei aqui minha resposta com relação a sua posição.
      No que concerne aos problemas ergonômicos, creio que se o professor trabalha para uma empresa, não há muito o que fazer, há menos que ele consiga convencer o "patrão" (público ou privado) que melhore as condições de trabalho. Mas se o professor trabalha por conta próprio creio que não haja esse problema, pois será ele próprio que definirá as horas que irá dar aulas e os possíveis intervalos que queira fazer de modo que não fique sobrecarregado. Quanto a questão de ficar sentado, se for o caso de aulas com webcam ele pode se levantar e dar a aula em pé se quiser, terá que sentar apenas para enviar os links dos exercícios ou fazer outro tipo de interação virtual, mas a parte instrutiva expositiva pode ser feita igual a presencial sem diferença alguma. Sem contar que fadigas mentais, stress etc... Ocorrem igualmente ou talvez até mais numa aula presencial, sobretudo numa aula para crianças em escolas públicas, o stress pode chegar a ser infernal se o professor não souber lidar com a situação, em última análise, isso irá variar muito com o perfil do professor, de como ele irá saber se adaptar ao meio, trabalhar online pode cansar muito menos do que presencialmente e vice-versa dependendo da pessoa.

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  2. Com certeza, Felipe! Percebi que você citou um fato muito relevante e comprovou isso na prática. Lembra do seu primeiro comentário?

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  3. Acho fundamental para o professor ter acesso às redes sociais. Realmente, isso facilita o aprendizado dos alunos.
    Mas o grande diferencial não é só estar concetado a tudo que de "novo" aparece, é preciso,simplesmente, saber usar o virtual de forma que este seja uma "porta aberta" para que haja uma interação entre o professor e seus alunos.

    Amanda Aparecida de S Teixeira

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    1. Amanda, você não informou se tem ou não perfil para ser tutora virtual, justificando a sua resposta.

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  4. Agradeço o comentário, professora. Desculpe-me pela demora em retificar meu comentário anterior. A respectiva correção já foi feita, e o novo comentário já foi postado.
    Felipe Cassar, 17/05/2013

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  5. Penso que não tenho perfil para este tipo de ensino, pois além das questões ergonômicas, citadas também pelo meu colega Felipe Cassar, penso que o ensino a distância seja algo muito mecânico e com uma falta física do professor e aluno que eu prezo muito. Apesar de achar que o horário de trabalho maleável nesse tipo de ensino seja um grande ponto a favor, ainda tenho uma visão meio negativa deste tipo de lecionamento.

    Judite Macedo Cypreste

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    1. Judite, também concordo que ainda há muito preconceito. Porém, é importantíssimo se habituar a essa cultura virtual, pois as diversas atividades do mundo atual têm sempre algo de tecnológico.

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    2. Oi Judith, seu comentário ajudou a enriquecer minha resposta apesar de discordar, postarei aqui minha resposta com relação a sua posição.
      Quanto a questão de o ensino ser mecânico e da falta da relação prof. aluno também discordo, creio que seja apenas um meio diferente de dar aula, nem melhor ou pior apenas com uma série e vantagens e desvantagens , se são mais ou menos vantagens isso depende muito de pessoa para pessoa. Além disso, em minha opinião, o professor não deveria ser visto como elemento insubstituível para o ensino e mais como um guia, pois quem faz e constrói o ensino é o aluno não o professor, se um aluno não quiser aprender, não adianta o melhor dos professores tentar. Lembrando que o autodidatismo não é privilégio de dotados e sim de pessoas que aprenderam a serem autônomas e a aprenderem,refletirem,pesquisarem e ter senso crítico por elas mesmas, e isso alias deveria ser algo que toda escola deveria focar, não só na teoria mas em prática. Não creio que todos precisem ser autodidatas, mas que mais autonomia em relação ao estudo para todos os estudantes e algo mais próximo disso é essencial e eu diria até mesmo urgente hoje em dia, acredito que sim.

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  6. A tecnologia digital tornou-se um importante meio de estudo e pesquisa. Os alunos, ao utilizarem o computador, entram em um ambiente multidisciplinar e interdisciplinar, ou seja, ao invés de apenas receberem informações, os alunos também constroem conhecimentos, formando assim um processo onde o professor contribui para a educação do aluno. Cada geração inventa, cria, inova e a educação tem seu processo também de criação, invenção e inovação, principalmente no campo do conhecimento. É preciso evoluir para se progredir, e aplicação da informática desenvolvem os assuntos com metodologia alternativa, o que muitas vezes auxilia o processo de aprendizagem. O papel então dos professores não é apenas o de transmitir informações, é o de facilitador, mediador da construção do conhecimento.
    Com esse pensamento, por mais que eu ainda não me considere antenada, não esteja presente no espaço, como preciso, nem enquadrada aos quesitos básicos de um docente online, principalmente considerando a formação e o tempo disponível para vivenciar e me apropriar do mundo virtual como gostaria, acredito no desenvolvimento e melhoria das tecnologias digitais paraa a mudança da lógica educacional.

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  7. No uso da cibercultura, com a o papel do aluno invertido de mero expectador para atuante no processo da educação e da formação do conteúdo, acho que acaba se perdendo o limite do contexto das discussões e isso realmente pode trazer alguns malefícios como o racismo e outra polêmicas.
    Porém as ferramentas existentes podem auxiliar no trato desse conteúdo, possibilitando uma pré-aprovação da informação submetida, mas isso traz em consequência uma outra polêmica sobre a liberdade de expressão. São ajuste que têm que ser discutidos e definidos nessa nova forma de ensino.
    Se pensarmos que na educação na cibercultura o aluno passa a ter um papel mais ativo, já que a cibercultura incentiva a autoria, o aluno pode sim passar a ter papel como formador de opinião.
    Veja que na educação antes das possibilidades digitais, ela era praticamente oral, de professor para aluno. O aluno formava e guardava suas opiniões, muitas vezes sem o professor ter a chance de sequer tomar conhecimento do que se passa na cabeça do educando. A chance de isso gerar algum "malefício", ao meu ver, é maior do que se suas ideias virem á tona.

    Letícia Assis da Silva Zidório

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    1. Letícia, você não informou se tem ou não perfil para ser tutora virtual, justificando a sua resposta.

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  8. Apesar de estar consciente de que ainda não apresento esse perfil, pelo menos o perfil para trabalhar, em educacão, com tecnologia, está em construcão, pois esse resultado é inevitável. Vivemos hoje num mundo totalmente tecnológico. Não há como sair da realidade do presente e voltar ao passado na sala de aula. O aluno de hoje, tecnológico nativo, não aceita esse retrocesso. Concordo que não podemos educar esse aluno digital nativo de hoje, da mesma forma como as geracões anteriores foram educadas. Temos que adaptar a lógica educacional à atual realidade cibercultural. Não obstante, para o perfil de tutor on line, minha maior resistência consiste em frequentar as redes sociais. Se essa vivência constitui requisito, meu perfil estaria sujeito a restricões.

    Sheila Jalles Zibordi

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    1. Sheila, tudo é questão de hábito. O tempo é o melhor fator de transformação. O que temos hoje como restrição, talvez, no futuro, pode mudar.

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    2. Concordo, Adriana. É preciso estar sempre pronto para o que é novo. E, como já dizia o grande gênio Albert Einstein, a mente que se abre a uma nova idéia, jamais volta ao tamanho original.

      Sheila Jalles Zibordi

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  9. Acredito que eu tenha o perfil de uma professora online, muito porque não tenho experiência alguma em sala de aula e "sendo gravado" eu me sentiria mais confiante, mais preparada, porque eu teria disponível um tempo para montar a aula e ela sairia exatamente conforme meu planejado, por não ter interrupções dos alunos. Além de ser confortável poder fazer meu tempo de trabalho, eu também passo muito tempo online, sempre lendo, entrando em redes sociais, etc. Acredito que estar sempre atualizado é extremamente importante, para gerar uma aula com muitas referências próximas dos alunos.

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  10. Possuo definitivamente o perfil de um professor online sim. Apesar de já ter lecionado em diversas turmas com diversos perfis diferentes em cursos de inglês e em aulas individuais por empresas e particulares e amar ensinar presencialmente, as inúmeras vantagens que o ambiente online traz me faz olhar com muito interesse para esse campo.
    De fato, apenas não me organizei para dar aulas online ainda por falta de tempo, um aluno particular já tinha me sugerido essa ideia, mas diferente de muitos docentes online que fazem principalmente por estarem distantes do local de ensino, estamos muito perto e por enquanto continuamos com as aulas presenciais.
    Tanto este, quanto outros dois alunos que dou aulas presenciais juntos na faixa dos 70 anos eu utilizo sempre que possível recursos tecnológicos sobretudo para fins de "homework" ,assistir e comentar vídeos, fazer exercícios em sites, pesquisas etc...
    Para diversas pessoas, não só humildes trabalhadores, mas mesmo e talvez até mais ainda altos executivos, enfim, todas as classes, a falta de tempo proporcionada pelo trabalho é tamanha que fica impossível fazer um curso e principalmente uma faculdade. As vezes, não são apenas a 1h e 15 ou 1h e 30 que o aluno não tem, mas sim essa hora somada ao tempo de ida e volta fora a dificuldade alocar o tempo específico da aula com a saída ou antes de entrada do expediente, principalmente com expedientes "truncados" que tem um horário inflexível que acaba compreendendo manhã, tarde e noite torna-se impossível estudar presencialmente. e as aulas online podem corrigir isso. Eu dava aula das 07h até as 21h da noite e nos sábados das 8h até as 17h, e sei como os últimos horários, ainda que possíveis , são extremamente cansativos para os alunos, tanto que a maioria dos cursos fecha antes disso.
    Em relação às qualidades do professor online, o vídeo foi muito elucidativo, lembrando pontos importantes que o prof. precisa ter em mente, tal como não só estar "antenado" com as tecnologia em geral, mas também com a "pedagogia virtual" pois de como foi dito, essa nova modalidade de ensino requer uma novo meio de ensinar, estimular o aluno, avaliar etc. A ferramenta do Modle é de fato um ótimo acessório para fazer estas aulas já que compreende concentrado nele diversas outras ferramentas.

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  11. No que concerne aos problemas ergonômicos, creio que se o professor trabalha para uma empresa, não há muito o que fazer, há menos que ele consiga convencer o "patrão" (público ou privado) que melhore as condições de trabalho. Mas se o professor trabalha por conta próprio creio que não haja esse problema, pois será ele próprio que definirá as horas que irá dar aulas e os possíveis intervalos que queira fazer de modo que não fique sobrecarregado. Quanto a questão de ficar sentado, se for o caso de aulas com webcam ele pode se levantar e dar a aula em pé se quiser, terá que sentar apenas para enviar os links dos exercícios ou fazer outro tipo de interação virtual, mas a parte instrutiva expositiva pode ser feita igual a presencial sem diferença alguma. Sem contar que fadigas mentais, stress etc... Ocorrem igualmente ou talvez até mais numa aula presencial, sobretudo numa aula para crianças em escolas públicas, o stress pode chegar a ser infernal se o professor não souber lidar com a situação, em última análise, isso irá variar muito com o perfil do professor, de como ele irá saber se adaptar ao meio, trabalhar online pode cansar muito menos do que presencialmente e vice-versa dependendo da pessoa.
    Quanto a questão de o ensino ser mecânico e da falta da relação prof. aluno também discordo, creio que seja apenas um meio diferente de dar aula, nem melhor ou pior apenas com uma série e vantagens e desvantagens , se são mais ou menos vantagens isso depende muito de pessoa para pessoa. Além disso, em minha opinião, o professor não deveria ser visto como elemento insubstituível para o ensino e mais como um guia, pois quem faz e constrói o ensino é o aluno não o professor, se um aluno não quiser aprender, não adianta o melhor dos professores tentar. Lembrando que o autodidatismo não é privilégio de dotados e sim de pessoas que aprenderam a serem autônomas e a aprenderem,refletirem,pesquisarem e ter senso crítico por elas mesmas, e isso alias deveria ser algo que toda escola deveria focar, não só na teoria mas em prática. Não creio que todos precisem ser autodidatas, mas que mais autonomia em relação ao estudo para todos os estudantes e algo mais próximo disso é essencial e eu diria até mesmo urgente hoje em dia, acredito que sim.

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  12. Eu não acredito que eu tenha perfil para ser uma professora 100% online. Gosto muito do contato direto com os alunos e sentiria muita falta de estar realmente perto, conversando diretamente. Mas uso muito as redes sociais para estreitar laços com os alunos, o que é muito valioso e acho que esse trabalho já significa alguma coisa. Gosto de incentivar pesquisas na internet de modo com que desenvolvam autonomia de estudo e curiosidade pelo saber.
    No pré vestibular que trabalho todo ano a turma abre um grupo no facebook, onde todos compartilham notícias, imagens, trabalhos, etc. Esse tipo de extra que vai além da sala de aula é muito positivo e acho que tenho o perfil para esse tipo de coisa, mas não para algo que seja 100% online.

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  13. Acho que o maior problema em ser um professor online está na forma como os alunos podem encarar essa nova forma de aprendizagem. Acredito que eu tenho sim o perfil para ser um professor online, mas frequentemente vejo comentários de amigos que fazem faculdade em outra universidade e são obrigados a fazer algum tipo de matéria online que eles não levam muito a sério. Acho que a questão não é apenas se existem pessoas preparadas ou se existe um profissional com qualidade para ser um professor online, mas sim se a nossa cultura ou sociedade está de fato preparada - sem preceitos e preconceitos - para acreditar no ensino a distância. É um pouco triste, confesso, notar que existem pessoas que não acreditam na capacidade de um profissional de ensino a distância e muito desqualificam este tipo de conhecimento. No Brasil, os alunos de uma forma geral estão acostumados com o professor do lado de todas as formas e sentidos, e o distanciamento da forma física do professor da educação pode gerar - e gera - um preconceito da sociedade. As melhores universidades incentivam o ensino a distância. As faculdades fora do Brasil, e nisso cito uma das melhores universidades do mundo (ao menos a que assim é considerada) que é Harvard, que incentiva a busca pelo conhecimento de uma forma mais autônoma. O aluno fica apenas 2 ou 3 horas na faculdade com professores, e todo o restante da aprendizagem acontece de forma autônoma pelos próprios alunos e também de forma virtual.

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  14. Embora reconheça que ainda haja muito preconceito com o ensino a distancia,e, acredite que atende eficazmente a um público específico de discente, ainda não me percebo à vontade para assumir-me como um docente online. Embora eu esteja inserido em redes sociais e faça uso de gêneros textuais digitais, o peso da tradição onde o professor está presente em uma sala de aula física ainda é muito forte. Acredito que a Cybercultura precisa ser incorporada gradativamente, trazendo atividades e novos instrumentais que proporcionem um novo olhar para educação mas que jamais enrijeça em um padrão absoluto de ensino. Acredito que o ensino a distancia não atende a toda realidade de aluno, por mais atrativo que seja. Todavia, acredito na importância de se repensar a realidade de ensino contextualizando com os novos tempos, com o devido bom senso.

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